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Testemunhos de Bicicleta

São cada vez mais as pessoas que se deslocam em bicicleta nos Olivais. Conheça alguns testemunhos de pessoas que escolhem este meio de transporte para deslocações. São mulheres e homens, jovens, pessoas adultas e idosas, algumas famílias.

Cláudia Teixeira Gomes

Idade: 46 anos
Profissão: Socióloga

Atravesso a freguesia dos Olivais para o trabalho em Alvalade. Comecei a pedalar há cerca de 2 anos porque o ‘green deal’ não se faz apenas nos media ou nas redes sociais, ou tão só é um conjunto de medidas de política! É uma questão de cidadania e uma ação que é coletiva, de todos e de todas nós!

Nota: O ‘Green Deal’ ou Pacto Ecológico Europeu é um roteiro para tornar a União Europeia numa sociedade inclusiva e próspera, onde a economia esteja dissociada da utilização dos recursos e seja reforçado o capital natural da UE, a saúde e o bem-estar das pessoas contra riscos e impactos ambientais.

Mais info: https://ec.europa.eu/info/strategy/priorities-2019-2024/european-green-deal_pt

João Afonso

Idade: 58 anos
Profissão: Motorista de reboque de pesados

Moro em Sete Rios e trabalho nos Olivais. A bicicleta é o meu meio de transporte casa-trabalho-casa, quase todos os dias. Entro às 5h da manhã, e mesmo a entrar tão cedo, acho que é o melhor meio de transporte. Sou totalmente a favor de ciclovias ou vias partilhadas por toda a cidade. Mais ciclovias, menos carros, mais saúde, menos poluição.

Sílvia Vieira

Idade: 50 anos
Profissão: Engenheira Civil e outras atividades como hobby

Há 22 anos que moro nos Olivais e desde então que ando de bicicleta com os meus filhos, na freguesia e fora dela.
Há 10 anos que circulava de bicicleta por Lisboa e pela freguesia e sentia uma estranheza muito grande por não ver pessoas a desfrutar dos jardins e dos espaços verdes ao ar livre que a freguesia dos Olivais nos proporciona.
Agradeço as novas ciclovias, para que os utilizadores das bicicletas, que são cada vez mais, possam desfrutá-las e utilizá-las. Terá de haver uma mudança de paradigma nas pessoas que criticam as ciclovias, mas segundo um amigo meu, “primeiro estranha-se, depois entranha-se”.
O que mais sentido de liberdade me dá, na cidade, é poder pegar na bicicleta e poder ir a sítios onde as outras pessoas não vão porque o carro não chega lá.

Manuel Alexandre

Idade: 69 anos
Profissão: Reformado

Quando me reformei, em 2003, comprei uma bicicleta e comecei a andar. Para além da bicicleta, também utilizo o autocarro para me deslocar. Quase todos os dias vou de bicicleta tratar da horta na Quinta Conde dos Arcos.

Raquel

Idade: 19 anos
Profissão: Estudante de Engenharia Biomédica e Biofísica

Ando de bicicleta há dois anos porque assim chego sempre a horas à Faculdade.

Ricardo Jorge

Idade: 42 anos
Profissão: Arquiteto

Moro nos Olivais e o meu percurso mais frequente é entre os Olivais e Arroios / Martim Moniz. Utilizo a bicicleta para me deslocar para o trabalho, para ir às compras, para deslocações várias. Já vivi noutras cidades para onde fui sem carro e onde adquiri bicicleta. Razões para o fazer hoje em Lisboa: demoro o mesmo tempo ou menos, faço exercício, não poluo, poupo dinheiro, ganho em saúde física e mental. Andei vários anos de bicicleta em via normal, sem ciclovia e quando preciso de fazer atalhos ainda o faço sem problema. As ciclovias são essenciais para a segurança e para que mais pessoas optem por este meio de transporte. Por vezes, passo em avenidas de Lisboa cheias de filas de trânsito, onde não existem ciclovias, mas carros em segunda fila muitas das vezes. Os engarrafamentos não são culpa das ciclovias, mas de condutores que optam em trazer sozinhos o seu carro para o centro da cidade.

Teresa Lobo Ferreira

Idade: 54
Profissão: Hidrogeóloga, Investigadora Principal

Uso a bicicleta há 5 anos dos Olivais para Alvalade, para o LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil, porque é uma forma saudável de me deslocar para o trabalho, com mais contacto com a natureza, sem o stress do trânsito (aliás é um gozo ir passando filas de carros enquanto circulo calmamente na pista de bicicletas), permitindo fazer algum exercício físico e ajudando o país e o mundo a contribuir para uma sociedade mais verde, descarbonizada e sustentável.


João Bernardino

Idade: 39 anos
Profissão: Consultor

Comecei a ir diariamente para o trabalho em bicicleta há 10 anos, sempre passando no coração dos Olivais, onde tive 3 filhos na creche ou escola e para onde sempre foram também na cadeirinha ou já a pedalar.


Anabela Lopes

Idade: 55 anos
Profissão: Educadora de Infância

Há cerca de 1 ano, depois do primeiro confinamento, comecei a ir para o trabalho de bicicleta!


Francisco Costa

Idade: 34 anos
Profissão: Arquiteto

Ando de bicicleta pelos Olivais, principalmente para ir visitar os meus avós na R. Cidade de Inhambane e muitas vezes vou com o meu filho mais velho na cadeirinha.
O percurso que faço desde Entrecampos é maioritariamente pelas ciclovias de Lisboa, num passeio tranquilo de cerca de 5Km que se faz muito bem ao final da manhã. Inclusivamente, já consegui que os avós do meu filho se juntassem ao passeio higiénico para visitar os Bisavós. Adquiriram o ano passado bicicletas elétricas com o apoio à aquisição de bicicletas da CML. Já a minha bicicleta ‘fixie’, nem mudanças tem.
Quando a obra da Ciclovia Pop-up da Av. Marechal Gomes da Costa estiver concluída terei uma alternativa, mais segura e confortável, para o passeio de visita aos meus avós.
Também atravesso os Olivais em bicicleta quando preciso de ir ao Parque das Nações, em trabalho ou lazer, e por isso é tão importante que todos os novos troços estejam ligados em rede, com atravessamentos seguros e bem sinalizados, para que possibilitem mais e diferentes percursos e assim sirvam uma maior e mais diversa fatia da população (novos e velhos, homens e mulheres, pobres e ricos) que reside, trabalha ou visita a Freguesia de Olivais.


Filipa Bernardino

Idade: 40 anos
Profissão: Consultora

Ando de bicicleta desde 2012 e comecei por utilizar porque era a maneira mais rápida de chegar à escola.


Carlos Mendes

Idade: 43 anos
Profissão: Gestor Comercial e de Clientes

Num dia normal de trabalho utilizo o carro da empresa, mas sempre que posso desloco-me de bicicleta com a minha família.


Gonçalo Peres (+ Diego e Filipe)

Idades: 47 anos (+ 12 e 8 anos)
Profissões: Comerciante local e Programador Web (+ estudantes)

Comecei a usar a bicicleta em 2009, depois de nascer o primeiro filho, porque era o meio de transporte mais sustentável para o levar ao berçário, em Olivais Velho. Desde então, progressivamente passou a ser o principal meio de transporte diário, familiar e até nas férias.
O meu “momento zen” diário é subir de manhã a ciclovia do Vale do Silêncio e ter aquele breve contato com a natureza em constante transformação ao longo das estações.
Lisboa tem um clima fantástico para se usar a bicicleta 365 dias por ano. A pouca chuva resolve-se com equipamento adequado e as colinas são ultrapassadas rapidamente com o hábito (quem quiser pode optar por uma e-bike).
Andar de bicicleta é o melhor “seguro de saúde”, faz-nos mais felizes, desfrutamos mais da cidade e também é melhor para todos (a começar por quem realmente precisa de usar o carro). Mais segurança, mais saúde, mais economia, mais ambiente, mais vida!

Guilherme

Idade: 15 anos
Profissão: Estudante de 10º ano

Antes do confinamento, atravessava a freguesia dos Olivais diariamente para me deslocar para a escola. A bicicleta começou a fazer parte do meu principal meio de transporte há dois anos: acredito que a Agenda 2030 tem na sua essência a energia da juventude e hoje, em contexto de pandemia, esta acaba por ser a minha ação mais positiva para a proteção dos meus avós e de sustentabilidade ambiental.


Catarina Lopes

Idade: 28 anos
Profissão: Fotógrafa e Videógrafa

Sempre me lembro de ter andado de bicicleta, mas fazia-o sobretudo de forma lúdica e para passeio. Quando terminei a faculdade, há 8 anos, trabalhava numa empresa a 3 km de casa e pareceu-me lógico começar a fazer a ligação casa-trabalho de bicicleta. Mas o trabalho acabou por me levar para locais mais afastados – na altura o código da estrada ainda não tinha sido alterado e mal reconhecia direitos aos ciclistas, as ciclovias pouco se viam e a mobilidade ciclável estava longe de ser um tema de conversa. Os transportes públicos, a par do andar a pé foram os meus meios de deslocação eleitos na cidade, mesmo depois de tirar a carta de condução.
No entanto, há cerca de 4 anos adotei um pequeno cachorro que se veio a tornar num cão de 30 kg que adora correr. E pareceu-me que a melhor forma de lhe proporcionar o exercício que ele precisava seria eu de bicicleta e ele a correr ao meu lado. Tem corrido lindamente, o cão adora e eu redescobri a bicicleta. Comecei por usar uma bicicleta convencional (a mesma de há 8 anos e que de vez em quando ainda uso) com a qual comecei a pedalar distâncias de 3, 4, 5 km. E há cerca de um ano comprei uma bicicleta elétrica que veio tornar viável que a bicicleta se tornasse no meu meio de transporte maioritário.
Ando de bicicleta por toda a freguesia e cidade, com mais facilidade e segurança quanto mais vias dedicadas à mobilidade ciclável existem: trabalho, vou às compras, vou almoçar/jantar fora e continuo a passear o cão de bicicleta.
Ando de bicicleta pela liberdade que ela me traz, por ser um meio de deslocação rápido, eficiente e prazeroso; por ser uma solução sustentável e amiga do ambiente que contribui para cidades mais saudáveis com pessoas também elas mais saudáveis e porque se coaduna com um modelo de urbanismo inclusivo e virado para as pessoas com que me identifico para a(s) cidade(s).

Elsa Mota

Idade: 52
Profissão: Professora

Sou professora numa escola perto de casa, que se situa numa colina dos Olivais e por vezes tenho de me deslocar a escolas na freguesia vizinha. Sempre me desloquei de carro, mas no verão de 2020 comprei uma bicicleta elétrica, de marca nacional, com a ajuda da CML, e passei a andar de bicicleta.
É um misto de lazer, preocupação ambiental, física e financeira. Demoro menos tempo nas minhas deslocações, porta a porta, já perdi 3kg, passei a subir escadas com mais facilidade e ao fim de semana sou mais feliz porque posso acompanhar os passeios de bicicleta da minha família.
A bicicleta é hoje um meio de transporte para muitos Lisboetas, com benefícios para a sua vida e para a cidade.
A minha bicicleta ajuda-me todos os dias a ser mais feliz.

João Nobre

Idade: 67 anos
Profissão: Reformado

Ando de bicicleta desde os 14 anos. Adoro pedalar por toda a freguesia dos Olivais, nos seus bairros, porque considero uma das melhores zonas de Lisboa (embora percorra a cidade inteira), para a deslocação em bicicleta. Constato que tem havido um esforço para a construção de ciclovias dentro do bairro, o que é de aplaudir; ainda assim, creio que existem condições para melhorar e por isso vou aguardando até que seja possível a construção de mais ciclovias. Devo ainda dizer que verifico haver muitos outros ciclistas a passar por mim, tanto em dias de semana, como aos sábados e domingos.

 

Ana Pipa

Idade: 41 anos
Profissão: Técnica superior

Sei andar de bicicleta desde os meus 6 anos e aprendi no quintal lá de casa. A bicicleta leva-me mais longe, mas na verdade não a tenho utilizado muito em deslocações. Agora com o teletrabalho, poupo tempo no meu dia e quero aproveitar para começar a andar mais de bicicleta.
Desafiei a minha amiga Carla a participar comigo num passeio de bicicleta organizado nos Olivais, e foi fantástico porque descobri o Parque do Vale do Silêncio, onde nunca tinha ido e agora quero ir mais vezes porque é um fantástico parque!

Rodolfo Gonçalves

Idade: 41 anos
Profissão: Arquiteto

A minha primeira experiência com a bicicleta como meio de transporte principal foi durante 2005, ano em que residi na Ljubjana, Eslovénia.
Quando regressei a Lisboa sabia que não queria que a escolha do meu meio de transporte prioritário recaísse sobre o carro. Também não recaiu sobre a bicicleta. Optei pela mota que usei sobretudo até há 2 anos, altura em que adquiri uma bicicleta elétrica.
A bicicleta foi-me mostrando que podia ir às compras no bairro, podia ir passear os cães à freguesia vizinha, podia ir visitar amigos, até que rapidamente percebi que me podia levar a toda a cidade de forma rápida e funcional, sem nenhuma contribuição para a poluição sonora e atmosférica e com o bónus de ainda incluir exercício físico!
Atualmente a grande maioria das minhas deslocações é feita de bicicleta.

Marta e Alexandra

Idades: 38 e 37 anos
Profissões: Artesã e Operadora de banca telefónica

Andamos de bicicleta desde sempre, mas há 4 anos vendemos o nosso carro e passámos a utilizar a bicicleta como meio de transporte, por uma questão de sustentabilidade, saúde e bem-estar físico e psicológico.
Esta fotografia foi tirada num dia em que fomos fazer um piquenique na Quinta Conde dos Arcos.
P.S.: Estas bicicletas foram uma prenda de casamento. 🚲❤️🚲

André

Idade: 30 anos
Profissão: Profissional de Turismo e Eventos

Sou utilizador de bicicleta para me deslocar no bairro e na cidade há cerca de 5 anos.
Faço-o porque me é conveniente e prático. Consigo programar melhor os meus tempos de deslocação e mantenho a minha condição cardiovascular. Utilizar a bicicleta, promove um maior contacto com as pessoas do bairro e facilita-me o trabalho para estacionar à porta da mercearia onde costumo fazer algumas compras.
É com alegria que nos últimos tempos tenho verificado um notório aumento dos utilizadores de bicicleta nos Olivais. Há um longo caminho pela frente por mais e melhores infraestruturas cicláveis que conquistem espaço público ao automóvel e que, naturalmente, trarão mais utilizadores de bicicleta. Só depois do lago feito, teremos patos a nadar.

Herculano Rebordão

Idade: 54 anos
Profissão: Engenheiro e Gestor

Ando de bicicleta há 10 anos porque é mais rápido, eficiente, dá saúde e não polui!

Margarida

Idade: 31 anos

Ando de bicicleta quase diariamente há cerca de um ano, estou com um cardio espectacular, reduzi a minha pegada ecológica e sinto que desfruto mais da cidade. É mais fácil parar/diminuir a velocidade para apreciar qualquer espaço bonito ou de interesse, falar com pessoas, etc. Também as novas ciclovias têm proporcionado um bem-estar ainda maior nestas movimentações.

Décio Telo

Idade: 52 anos
Profissão: Sociólogo

Passo pelas ciclovias dos Olivais para ir trabalhar em Entrecampos e em viagens de lazer pela cidade. Na subida da Avenida de Berlim e no vale do silêncio encontro alguns dos segmentos mais ‘verdes’ e agradáveis da cidade de Lisboa. Troquei o carro pela bicicleta em 2018 porque precisava de combater o sedentarismo e, sobretudo, porque já não conseguia manter um estilo de vida que sabia ser prejudicial para a saúde do planeta. Mas a bicicleta mudou muito mais do que isso, transformou a minha vida para melhor a todos os níveis e tornou-se mais do que um meio de transporte para toda a família.

Cristina Santos

Idade: 31 anos
Profissão: Psicóloga

Andar de bicicleta por Lisboa permite-me deslocações facilitadas para o consultório no centro da cidade, mas também em lazer. Neste dia, fui fazer um piquenique em Belém.

 

 

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